Esse Pablo Trapero é a cara do Pitbull, né? Enfim, não havia assistido nada dele ainda e
assisti esse por indicação da Rafa. Detesto fazer sinopses e como o filme
estava na seleção de Cannes, possivelmente você pelo menos já ouviu falar. Ele trata basicamente de presidiárias grávidas ou que foram mães pouco tempo
antes de serem presas e como tudo isso se dá dentro do cárcere. Claro que foca
na história de uma personagem, que no caso foi acusada de homicídio, mas não quero falar disso.
O
fato de o filme ser impecável tecnicamente não me surpreendeu, porque os
argentinos são ótimos nisso. O roteiro não tem grandes inovações, é ok. Aborda
bem o drama das mães e coloca umas particularidades do tema que é bem
interessante, em especial sobre o convívio e sexualidade das detentas.
Martina Gusman entra bonita na cadeia e sai linda, não entendi. A cadeia fez super bem pra
ela. Rodrigo Santoro aparece milésimos de segundos durante o filme, mas o
motivo do nome dele estar em destaque no cartaz é o mesmo de estar nos
marcadores da postagem: chama público. Curti essa Argentina mais suja do
Trapero. Antes eu achava que só tinha ator descendente de italiano lá.
Se não quiser
assistir o filme, assista pelo menos a introdução que é muito fofa.
- Página no IMDb
- Henrique ainda não assistiu.

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