
Assisti ‘Tarnation’.
Faz tempo que um filme não me deixava tão curioso e a última vez que
aconteceu também foi com um documentário, The Impostor. A ideia de fazer um
filme da própria vida, com cenas gravadas no cotidiano já deve ter ocorrido a
todo mundo, mas não é qualquer um que vive tanto drama numa encarnação só.
No início ele
parece uma versão dramática de Atividade Paranormal. Na metade fica chato... É
como assistir um comercial depressivo e eterno de Omo. Então, no final, a abordagem fica tão íntima que me senti
invadindo a privacidade da família. As cenas dele ainda criança imitando a mãe decadente ou aquela em que ela está ensandecida brincando com a abóbora simplesmente me traumatizaram.
Achei que vale
muito a pena. A montagem é fantástica, só com fotos, vídeos e gravações
domésticas de áudio. A mãe despirocada dele é um show! Sei que deve ser um drama
bem triste de se viver, mas pra quem assiste é um deleite. Todas as sinopses
desse filme deviam ser resumidas com uma palavra: perturbador.
- Página no IMDb
- Henrique ainda não assistiu.
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