Esse filme
serve para nos mostrar que velhos doentes também podem ser canalhas. O Frank é
um grande canalha. O filme mostra ele, que recebe um robô do filho, num futuro
próximo. A partir daí seguimos a convivência dos dois. Foi dirigido pelo
estreante Jack Schreier e seu maior trunfo é o elenco maravilhoso.
Susan Sarandon
interpreta uma bibliotecária se preparando para mudanças tecnológicas em seu
local de trabalho e te faz pensar: como ela pode ainda estar tão linda? Será
que não envelhece? Liv Tyler faz o personagem mais charmoso e simpático do
filme, Madison, a filha de Frank. E ainda tem o Frank Langella que faz o safado
do protagonista que é seu xará, o James Marsden que faz o filho de postura mais
firme e responsável, Peter Sarsgaard que faz a voz do robô... Muitas estrelas,
o trabalho do Jack já vale pelo fato de ter lidado com todas elas sem rolar assassinatos
violentos durante o período de filmagem.
É um filme
leve, despretensioso, indie – como você bem gosta – e traz uma reflexão que eu
curto bastante, sobre a relação do homem com sua memória e o que a perda dela
representa em sua vida. Não mudou minha vida, pode ser que mude a sua, se rolar
me conta, não se envergonhe.
- Página no IMDb
- Henrique ainda não assistiu.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Cuidado com o que você comenta porque eu vou responder :D